Gostei muito dessa reflexão que li na newsletter do mês de setembro da Rino.
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Por que será que vemos uma mesma agência desenvolver trabalhos melhores para alguns clientes e outros não tão bons para outros clientes?
Dá para sentirmos – não só aqui, mas em todas as agências – alguns trabalhos mais felizes que outros. Posso afirmar que isso não ocorre por questões de prazos mais ou menos apertados ou mesmo por diferenças entre equipes na agência.
Nossa experiência nos mostrou que o melhor trabalho resulta do esforço conjunto de agência e cliente. Da interação das equipes, soma de experiências, idéias e entusiasmo. Da vontade de exceder, de ir além. É daí que nasce o melhor trabalho. Isso sem falar no cliente que elogia a equipe pelo bom trabalho com um e-mail de poucas linhas e com isso a turbina por vários meses.
O que é recomendável para o marketing e para o endomarketing em termos de ações, posturas e atitudes, é igualmente valioso para o partnermarketing.
Depois de viver e falar isso tantos anos, nos deparamos com a seguinte historinha de advogados que nos chegou por e-mail esses dias, que reflete bem a importância do cliente trabalhar junto com a agência, afinados, com olhos voltados para o mesmo objetivo, para o mesmo desejo, para o mesmo futuro.
NÃO BASTA TER UM BOM ADVOGADO
Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra. Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera. Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:
- Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos vocês, disse o advogado, olhando para o seu relógio.
- Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada, neste caso, vai entrar neste Tribunal.
E olhou para a porta.
Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para a porta. Um minuto passou. Nada aconteceu. O advogado, então, completou:
- Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente.
Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:
- Culpado!
- Mas como? Perguntou o advogado...
- Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!
O juiz esclareceu:
- Sim, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não...
"MORAL DA HISTÓRIA: NÃO BASTA TER UM BOM ADVOGADO, O CLIENTE TEM DE COLABORAR."
By: Rino on Line
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